A defesa dos direitos animais ou direitos dos animais, ou da libertação animal, também chamada simplesmente abolicionismo constitui um movimento que luta contra qualquer uso de animais não-humanos que os transforme em propriedades de seres humanos, ou seja, meios para fins humanos.
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segunda-feira, outubro 17, 2011
A melhor palestra que você irá ouvir na sua vida - Gary Yourofsky
Palestra inspiradora de Gary Yourofsky, na íntegra, sobre direitos animais e veganismo, realizada na Universidade Georgia Tech, nos EUA, no verão de 2010. Ouça a esse sensacional palestrante que vai desmitificar mitos,inundar sua mente com fatos interessantes e ajudá-lo a fazer escolhas éticas para ter um coração e uma alma mais saudáveis . Seu estilo carismático de discurso é único e tem de ser visto por qualquer um que se preocupe com animais ou que deseje transformar o mundo um lugar melhor.
Para mais informações, por favor, visite:
http://vista-se.com.br
http://www.guiavegano.com.br
Use o botão [CC] para legendas.
POR FAVOR, COMPARTILHE esse discurso brilhante da forma que puder.
Obrigado.
Por que você deveria compartilhar esse discurso da forma que puder?
A quantidade de respostas positivas que Gary recebe dos espectadores e estudantes diz tudo:
http://www.adaptt.org/comments-students.html
A sessão de perguntas e respostas pode ser vista aqui (em inglês):
http://www.youtube.com/watch?v=WIkC4OJEx3c
Vídeo original:
http://www.youtube.com/watch?v=es6U00LMmC4
Mandem-me uma mensagem se quiserem traduzir essa palestra para outra lingua - É MAIS FÁCIL DO QUE VOCÊ PENSA!!
Gary é um palestrante americano que faz mais de 200 palestras por ano.
Agende uma visita de Gary à sua escola:
http://www.adaptt.org
Por favor inscrevam-se no canal de Gary no You Tube.
http://www.youtube.com/user/adapttvideo
Baixe o arquivo original (2GB):
http://bit.ly/garybrasil
Agradecimentos a Renan da Annunciação, Marcio e Tiago Catelam pela tradução.
__________________________________________
Links de download para fazer upload dos trechos em Português-BR:
=====================================================
(Exemplo em inglês: http://youtube.com/watch?v=MgwzwRiF2qw)
Como você gritaria se alguem roubasse seu filho recem nascido?
http://tinyurl.com/scream-brazil
Veganos são esquisitos?!?!
http://tinyurl.com/weird-brazil
Vocês foram enganados
http://tinyurl.com/duped-brazil
sábado, julho 17, 2010
Comissão Europeia quer permitir farinha animal como alimento
Uso está proibido atualmente para evitar a propagação do mal da "vaca louca"
A Comissão Europeia propôs hoje permitir o uso de farinhas animais para alimentar frangos, porcos e peixes, o que está proibido atualmente para evitar a propagação do mal da "vaca louca".
O Executivo comunitário aprovou uma proposta para suavizar as restrições aplicadas na União Europeia desde a última crise da "vaca louca" (2000-2001), porque considera que a esta altura já foi reduzido o número de cabeças de gado afetadas.
Entre as medidas que Bruxelas quer para suavizar, destaque para a proibição que a UE impôs à utilização de proteínas animais na fabricação de rações, por considerar que essa tinha sido a principal causa de transmissão da doença.
A CE apresentou um "Mapa de Caminho" para revisar as atuações contra as encefalopatias espongiformes transmissíveis (EET), grupo ao que pertence a encefalopatia espongiforme bovina (EEB), popularmente conhecida como o mal da "vaca louca".
No caso das proteínas animais, Bruxelas propõe admitir, pelo menos a partir de 2011, certa "tolerância" para que possam ser utilizadas pequenas quantidades de farinhas usadas para alimentar animais que não sejam ruminantes, ou seja, para alimentar aves, porcos ou peixes.
Mas a CE ressalta que é preciso evitar o "canibalismo", que o gado coma restos reciclados de sua mesma espécie; por exemplo, os resíduos de porcos poderiam servir para dar de comer a frangos, mas não a porcos.
Na atualidade, somente está permitido o emprego de proteínas de pescado e só para alguns casos. Para os ruminantes, a CE quer manter a proibição das farinhas animais.
A família das EET inclui variantes que afetam humanos e ruminantes, como vacas, cabras, ovelhas e cervos.
Por outra parte, a CE propõe elevar a idade em que os animais deverão ser submetidos obrigatoriamente a teste de detecção.
Nos últimos anos, ficou provado que os animais doentes são cada vez mais velhos, uma prova de que as medidas aprovadas pela UE deram resultados.
Espanha foi o país que mais casos de "vaca louca" registrou em 2009. O plano apresentado hoje é para os próximos cinco anos (entre 2010 e 2015) e é previsível que ao menos até 2011 não se comecem a aprovar estas propostas.
A CE sugeriu revisar a lista de materiais específicos de risco (MER) de transmissão do mal da "vaca louca" e adaptá-los às exigências da Organização Internacional de Epizootias (OIE).
Também colocou mudar as medidas de erradicação da "scrapie", que afetam ovinos e caprinos.
Em 2005, a CE já propôs mudanças nas regras sobre as EET; o plano apresentado hoje deverá ser aprovado pelo conselho de ministros de Agricultura e pelo Parlamento Europeu, mas as medidas concretas deverão ser confirmadas nos comitês técnicos da UE.
Bruxelas assinala que as medidas sanitárias devem continuar, mas diante da superação da EEB a UE necessita dirigir seus esforços a outras doenças com maior impacto na saúde humana e no gado, como a salmonela.
Fonte
A Comissão Europeia propôs hoje permitir o uso de farinhas animais para alimentar frangos, porcos e peixes, o que está proibido atualmente para evitar a propagação do mal da "vaca louca".
O Executivo comunitário aprovou uma proposta para suavizar as restrições aplicadas na União Europeia desde a última crise da "vaca louca" (2000-2001), porque considera que a esta altura já foi reduzido o número de cabeças de gado afetadas.
Entre as medidas que Bruxelas quer para suavizar, destaque para a proibição que a UE impôs à utilização de proteínas animais na fabricação de rações, por considerar que essa tinha sido a principal causa de transmissão da doença.
A CE apresentou um "Mapa de Caminho" para revisar as atuações contra as encefalopatias espongiformes transmissíveis (EET), grupo ao que pertence a encefalopatia espongiforme bovina (EEB), popularmente conhecida como o mal da "vaca louca".
No caso das proteínas animais, Bruxelas propõe admitir, pelo menos a partir de 2011, certa "tolerância" para que possam ser utilizadas pequenas quantidades de farinhas usadas para alimentar animais que não sejam ruminantes, ou seja, para alimentar aves, porcos ou peixes.
Mas a CE ressalta que é preciso evitar o "canibalismo", que o gado coma restos reciclados de sua mesma espécie; por exemplo, os resíduos de porcos poderiam servir para dar de comer a frangos, mas não a porcos.
Na atualidade, somente está permitido o emprego de proteínas de pescado e só para alguns casos. Para os ruminantes, a CE quer manter a proibição das farinhas animais.
A família das EET inclui variantes que afetam humanos e ruminantes, como vacas, cabras, ovelhas e cervos.
Por outra parte, a CE propõe elevar a idade em que os animais deverão ser submetidos obrigatoriamente a teste de detecção.
Nos últimos anos, ficou provado que os animais doentes são cada vez mais velhos, uma prova de que as medidas aprovadas pela UE deram resultados.
Espanha foi o país que mais casos de "vaca louca" registrou em 2009. O plano apresentado hoje é para os próximos cinco anos (entre 2010 e 2015) e é previsível que ao menos até 2011 não se comecem a aprovar estas propostas.
A CE sugeriu revisar a lista de materiais específicos de risco (MER) de transmissão do mal da "vaca louca" e adaptá-los às exigências da Organização Internacional de Epizootias (OIE).
Também colocou mudar as medidas de erradicação da "scrapie", que afetam ovinos e caprinos.
Em 2005, a CE já propôs mudanças nas regras sobre as EET; o plano apresentado hoje deverá ser aprovado pelo conselho de ministros de Agricultura e pelo Parlamento Europeu, mas as medidas concretas deverão ser confirmadas nos comitês técnicos da UE.
Bruxelas assinala que as medidas sanitárias devem continuar, mas diante da superação da EEB a UE necessita dirigir seus esforços a outras doenças com maior impacto na saúde humana e no gado, como a salmonela.
Fonte
domingo, junho 06, 2010
SoyaToo
Já podemos encontrar na Terra Pura, Chantilly de Soja e de Arroz, uma delicia e só com 10 calorias.
domingo, maio 30, 2010
Mercado vegetariano está em expansão mas oferta ainda é escassa
"Tofu", "seitan" e "kefir" são palavras que se tornaram banais no vocabulário de muitos portugueses. O mercado de alimentação vegetariana está em expansão, mas o interesse dos consumidores por estes produtos nem sempre é acompanhado pela diversidade de oferta.
Tiago Sousa, director comercial da Provida, a empresa de alimentação vegetariana mais antiga do país, salienta que a procura por este tipo de produtos alimentares tem crescido nos últimos anos, sobretudo nas grandes superfícies. Mas a oferta dos supermercados ainda é escassa e pouco diversificada. "As lojas especializadas têm mais espaço e conseguem ter mais produtos", compara.
A Provida produz e comercializa os "dois principais pilares do vegetarianismo", tofu (queijo de soja) e seitan (derivado de glúten), bem como produtos transformados à base destas matérias-primas. Os vegetarianos são apenas um dos públicos-alvo daquela empresa, já que "há um forte interesse por parte dos não-vegetarianos", de "pessoas que apostam na diversificação da sua dieta alimentar e reconhecem os benefícios de não comer tanta carne", reconhece Tiago Sousa.
"Depois há os convictos, os verdadeiros vegetarianos, mas este é um nicho de mercado muito mais pequeno", especifica. "Ainda há quem pense que esta é uma alimentação esquisita, sem sabor. É preciso desmistificar estas ideias, porque se estes alimentos forem bem cozinhados são tão saborosos como os outros", defende.
A Ad Naturam é a mais recente empresa a entrar neste mercado e aposta no fornecimento destes produtos para hotéis, restaurantes e catering. "A hotelaria e a restauração convencional já não podem dispensar esta alternativa, há muitos clientes que o exigem", justifica o director administrativo da empresa.
Gil Monsaraz acredita que as grandes superfícies já se aperceberam deste potencial e que o mercado vai continuar a crescer. "Sei que já há grandes superfícies que procuram produtores para lançarem marcas próprias", adianta. Mas a falta de conhecimentos sobre a maneira de confeccionar estes alimentos, sobretudo por parte dos não-vegetarianos, ainda trava a sua comercialização.
"Às vezes as pessoas compram tofu ou seitan, mas depois [os pratos] não resultam bem porque não sabem cozinhar", reconhece Gil Monsaraz. O projecto da Ad Naturam é ambicioso e passa pelo cultivo de soja "para consumo próprio da fábrica", acrescenta. "É a alimentação do futuro", resume este vegetariano há dez anos e pai orgulhoso de filhos que "nunca comeram animais".
Ireneu Vicente concorda que a adopção deste regime está actualmente muito facilitada. "Hoje em dia só não é vegetariano quem quer", considera o representante da Associação Vegetariana Portuguesa.
Cristina Rodrigues, do Centro Vegetariano, partilha desta opinião, e lembra que "agora a maior parte dos hipermercados tem produtos vegetarianos". O interesse também se manifesta através do boom de restaurantes vegetarianos, alimentados pelos não-vegetarianos, e da procura de cursos de culinária específicos.
Mas, se em Lisboa e no Porto é possível encontrar produtos e serviços dirigidos a estes consumidores, fora dos grandes centros urbanos não é fácil encontrar alternativas. Num inquérito online do Centro Vegetariano, 52 por cento dos inquiridos consideraram que a oferta de produtos vegetarianos em supermercados é "insuficiente" e 63 por cento disseram o mesmo da oferta disponível na Internet. Só no caso das lojas especializadas a diversidade de produtos satisfazia os inquiridos.
sexta-feira, maio 28, 2010
Torne-se vegetariano, mas sem pressa
Produtos biológicos cada vez mais sofisticados, restaurantes com menus apetitosos à base de vegetais, livros de receitas, cursos para iniciados... Nos últimos anos o cardápio vegetariano tornou-se moda. Para muitas pessoas ser vegetariano é sinónimo de vida saudável, alimentação equilibrada e redução de gordura no organismo.
Mas atenção às formas drásticas para quem queira iniciar uma vida vegetariana. Porque quem come carne regularmente, dispensá-la de um dia para o outro pode ser dramático para o organismo. Quem o diz são os nutricionistas que aconselham vivamente a que se passe de um regime carnívoro para um regime vegetariano com acompanhamento de um especialista na matéria.
Os argumentos são óbvios: o corpo irá sentir falta de determinados nutrientes que existem neste alimento, como por exemplo, a vitaminaB12, cuja deficiência pode causar danos no sistema nervoso e no sangue. Por isso, dizem, para se passar a uma dieta vegetariana sem traumas, é fundamental traçar um plano alimentar sem riscos.
A carne deve-se abolir de forma suave. Nos primeiros dias é obrigatório inclui-la nas refeições em quantidades mais reduzidas. O ideal será continuar a comer até 100 gramas de carne vermelha durante de duas semanas. Essencial também será começar a incluir alguns alimentos indispensáveis no acompanhamento deste processo. Um deles é o azeite, considerado um bom regulador do funcionamento dos intestinos e redutor de colesterol.
Deve-se aumentar a quantidade de vegetais diariamente enquanto se vai reduzindo, simultaneamente, a quantidade de carne. Leguminosas como feijão, lentilhas, grão-de-bico ou ervilhas, ricas em ferro, zinco e proteínas asseguram que no corpo continuem a circular os nutrientes que existem na carne. Castanhas, amêndoas e sementes de girassol, também são fontes de proteínas bem vindas e, claro fruta, muita fruta.
Tudo isto deve ser feito passo a passo e na rotina diária. Sobretudo com muita persistência e paciência. E se ao fim de um mês o apetite pelos vegetais for tanto que o organismo começa a pedir determinados alimentos que fazem parte deste novo menu, então é sinal que já pode dizer adeus a uma boa picanha.
Fonte
domingo, maio 02, 2010
Outros temperos: Cozinha sem sal
«Salgar não é a única forma de dar paladar à comida. Esta deve ser também picante, amarga e doce», diz Ana Isabel Almeida, responsável pelo restaurante vegetariano Oriente Chiado, em Lisboa. Neste espaço, o truque é dar a cada prato um sabor diferente com a ajuda de ervas aromáticas e especiarias: «Como temos uma grande influência da cozinha oriental, usamos muito o caril, o açafrão e os cominhos, e não privilegiamos tanto o sal como a culinária portuguesa».
A opção por estes temperos é uma forma de seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde, que, desde 2006, defende o slogan 'less salt, less risk', ou seja, 'menos sal, menos risco', de doença cardíaca e acidente vascular cerebral. O objectivo é levar as pessoas a consumir menos de cinco gramas de cloreto de sódio por dia. Em Portugal, significa reduzir para quase metade o seu consumo.
A tarefa é simples para quem adoptar as estratégias da alimentação ayurvédica, que até usa as ervas aromáticas e as especiarias como «ferramentas terapêuticas e preventivas», diz Valter Cardim, pioneiro do sistema ayurvédico em Portugal há quase 20 anos.
O sal não é ignorado, até porque em «quantidades moderadas» estimula a digestão, alivia a ansiedade e tem um poder laxante. Mas é muitas vezes substituído por algas, marisco, moluscos e peixes de águas salgadas.
Da terra, gengibre, alho e cominhos são os mais usados. O primeiro é um expectorante natural e melhora a circulação; o segundo trata infecções, é rejuvenescedor e estimula a actividade sexual; os cominhos são estimulantes e diuréticos.
Para quem acha impossível comer pratos insonsos, ainda que temperados, a opção é usar sal marinho integral. Para os macrobióticos, defensores da saúde através de uma boa alimentação, o sal comum refinado tem adição de açúcar e químicos, enquanto o integral tem mais 4% de outros minerais e oligoelementos essenciais para o organismo.
Maria Francisca Seabra
Refeições à prova das doenças cardiovasculares
Para começar a refeição, os especialistas sugerem sobretudo o consumo de verduras. "As sopas e as saladas são duas formas excelentes de consumir legumes. Qualquer uma delas fornece diferentes legumes e por isso devem consumir-se ambas", refere Ana Miranda, da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade. Pelo menos cinco a dez doses diárias são recomendadas. Mas na altura de ir ao supermercado dê preferência a legumes de cor escura, como brócolos, tomates maduros ou couves. Mesmo na escolha da alface, leve preferencialmente a mais escura.
A bebida: água ou vinho? Esta é fácil. É claro que a água não tem limites de consumo. É o melhor hidratante e ainda não é possível encontrar fortes evidências de que o vinho tenha grandes benefícios. De qualquer forma, integra a dieta mediterrânica, que é considerada uma das melhores e mais saudáveis.
Quanto ao prato principal desengane-se: se tiver de optar por um prato vegetariano em vez de um de peixe não está a tomar a melhor decisão cardioprotectora.”Os peixes gordos, como a sardinha, arenque, atum e salmão são ricos em ómega 3, uma substância muito benéfica e que pode ainda ser adquirida através de nozes ou beldroegas”, esclarece a mesma nutricionista
As gorduras podem e devem ser consumidas, mas a gordura saturada e os ácidos gordos trans (que existem nas bolachas, alimentos sobreaquecidos e industriais) devem ser evitados. Opte antes pelas gorduras monoinsaturadas, que existem no azeite e nos frutos secos ou, em alternativa, pelas gorduras polinsaturadas , nomeadamente óleos a partir de cereais e sementes.
Café ou chá? São ambos excelentes fontes de anti-oxidantes, que previnem as doenças cardiovasculares. O consumo de cafeína deve, porém, limitar-se a 400 miligramas por dia ou a 200 no caso das grávidas, avança a mesma fonte. Um café tem cerca de 75 a 85 miligramas, por isso tente não ultrapassar os quatro ou cinco cafés.
Entre a fruta e o chocolate é fácil: Fruta. Lavada, variada e de preferência com casca para aproveitar as fibras. O chocolate, sobretudo se for mais escuro (mais cacau), porque também tem efeitos anti-oxidantes. Mas não abuse… Tente não ultrapassar sete gramas por dia, porque este é um produto extremamente calórico.
Os erros comuns a evitar
Antes dos conselhos, deve ter-se e conta e evitar alguns erros comuns, como saltar o pequeno-almoço. Outro erro comum é comer poucas leguminosas, como ervilhas ou feijão. Para se proteger ainda mais, faça algumas cedências: evite alimentos hipercalóricos, como o refrigerantes ou fast food. Mas não precisa de ser fundamentalista. De vez em quando, pode abrir algumas excepções.
quinta-feira, março 18, 2010
GRUPO DE ALUNOS DA UNIVERSIDADE DO ALGARVE QUER MAIS COMIDA VEGETARIANA NAS CANTINAS
O prato existe, mas é preciso comprar com antecedência. O Núcleo de Malabarismo Integral da Universidade do Algarve quer que as cantinas tenham disponível, no dia, comida vegetariana. Foi lançada uma campanha, cujo objectivo é alertar para os benefícios deste tipo de alimentação e para a necessidade de haver mais uma alternativa nas cantinas.
“Porque tu reflectes aquilo que comes” é o lema da campanha que o Núcleo de Malabarismo da Universidade do Algarve lançou na instituição, na tentativa de integrar no dia-a-dia das cantinas a comida vegetariana.
“O prato já existe, mas é preciso comprar na véspera. Só fazendo reserva prévia se pode comprar esta comida. Isso faz com que muitas pessoas não comam”, diz ao Canal UP Aldric Negrier, fundador do núcleo.
Para evitar desperdícios, o estudante sugere que se façam 10 refeições diárias de comida vegetariana e se avalie, em cada dia, se foram compradas ou não. “Se for preciso encomendar provavelmente não se vendem. Mas há dias em que nem o prato de carne nem de peixe agradam e, ao ver ali uma alternativa, o prato vegetariano, acredito que será uma opção para muita gente”, refere Aldric Negrier.
O estudante colocou a proposta aos Serviços de Acção Social e lançou a campanha que já tem surtido efeitos. “Já tivemos mais gente a pedir este prato. E, além de todos os benefícios que isso traz para a saúde, é mais uma alternativa para quem come nas cantinas da universidade”, refere o estudante.
sábado, março 13, 2010
9º Congresso Português de Diabetes
9º Congresso Português de Diabetes, até 13 de Março, no Tivoli Marinotel, em Vilamoura
Quantas crianças e jovens têm Diabetes em Portugal?
Quantas crianças e jovens têm Diabetes em Portugal?
«34% dos custos dos internamentos por Diabetes estão relacionados com situações ligadas ao pé diabético. Só em 2008 foram contabilizadas cerca de 1500 amputações. Estes números são assustadores. A criação de consultas de pé em todos os hospitais e de equipas multidisciplinares nos hospitais centrais que sejam capazes de avaliar a necessidade de revascularização são medidas essenciais para contrariar estes números», refere o Dr. José Manuel Boavida, presidente da Sociedade Portuguesa da Diabetologia.
domingo, fevereiro 28, 2010
Alimentos Vegetarianos Típicos
Alimentos Vegetarianos Típicos
Nesta página são apresentados alguns alimentos mais típicos de dietas vegetarianas. No entanto, não é necessário que os vegetarianos incluam estes alimentos na sua dieta. O mais importante numa dieta equilibrada é incluir muitos legumes, fruta, leguminosas (como feijão, grão-de-bico, lentilhas, etc.) e cereais (como arroz, pão e massa, de preferência integrais).A maioria dos alimentos aqui apresentados encontra-se facilmente em qualquer loja de produtos/naturais dietéticos, sendo que alguns também se encontram nos hipermercados e supermercados.
Substitutos de Carne
Leite Vegetal
A maioria dos leites vegetais é enriquecida com cálcio numa quantidade idêntica ao existente no leite de vaca, pelo que esses leites vegetais são uma fonte de cálcio equiparável ao leite de vaca.
Queijo Vegetal
Substitutos de Ovos
- 2 colheres de sopa de amido de milho misturado com 2 colheres de sopa de água.
- 1/4 de chávena de banana triturada.
- 1/4 de chávena de puré de maça.
- 40 g de tofu triturado com água ou triturado com os líquidos da receita.
- 1 colher de sopa de linhaça triturada com 3 colheres de sopa de água.
Proteína de Soja Texturizada/Soja Granulada
A proteína de soja texturizada tem cerca de 50% de proteína (antes de ser reidratada) e, depois de cozinhada, tem uma textura idêntica à de carne picada. Para além do granulado fino, existe também proteína de soja texturizada em pedaços maiores (mas não costuma ficar tão saborosa).
Molho de Soja (Shoyu)
No Japão, o molho de soja é denominado shoyu, sendo este o molho de soja mais popular de boa qualidade que se encontra à venda em Portugal. Também de origem japonesa, o tamari é outro molho de soja popular, mas com um sabor mais forte e sem trigo (ou com quantidade muito reduzida de trigo).
Uma vez que contém sal, o molho de soja deve ser utilizado com moderação. No entanto, o molho de soja permite conferir um sabor agradável e característico aos alimentos com menor quantidade de sal do que se fosse utilizado sal por si só.
Tofu
O tofu vende-se normalmente embalado com água. Depois de aberto, o tofu não utilizado pode voltar a ser armazenado no frigorífico imerso em água num recipiente fechado.
Seitan
O seitan vende-se normalmente embalado com água. Depois de aberto, pode voltar a armazenar-se no frigorífico imerso em água num recipiente fechado.
Tempeh
Quinoa
Tahini
O tahini é idêntico à manteiga de amendoim em consistência e sabor, mas de valor nutricional superior. É muito rico em cálcio e é muito popular sobretudo como ingrediente para fazer hummus, um alimento típico do Médio Oriente, feito à base de grão-de-bico e tahini.
Receitas Vegetarianas
Aqui poderá encontrar algumas receitas 100% vegetais simples e saborosas. Para uma maior variedade de receitas, poderá consultar, por exemplo, a secção de receitas do Centro Vegetarino (ter em atenção que nalgumas receitas deverá substituir os ovos e/ou o leite, pois o site inclui receitas ovolactovegetarianas) ou o site VegWeb.com (em inglês).Tofu Com Tomate
Esta receita é uma forma muito simples e saborosa de preparar tofu. A mesma receita pode ser utilizada para preparar seitan.Hummus
O hummus é uma receita vegetariana altamente nutritiva e saborosa que é muito utilizada no Médio Oriente.Massa de 'Salsicha' e Espinafre
Uma massa vegetariana muito rápida e simples de fazer para quando é precisa uma refeição rápida.Caril de Grão-de-bico
Uma receita muito simples para grão-de-bico que pode acompanhar arroz ou massa.Bolo de Chocolate Vegetariano
Um bolo de chocolate vegetariano húmido e delicioso que é facílimo de preparar.Feijoada Vegetariana
Uma feijoada vegetal, tão ou mais saborosa do que a feijoada tradicional.Saúde e Nutrição Numa Dieta Vegetariana
Esta secção tem como objectivo fornecer informações isentas, fidedignas e actualizadas sobre nutrição e saúde numa dieta vegetariana, para que possamos adoptar o vegetarianismo para toda a vida e o possamos fazer cuidando da nossa saúde.
Índice de Artigos Sobre Saúde e Nutrição
Nota: dieta vegana significa dieta estritamente vegetariana (sem nenhum alimento de origem animal). Quando se fala apenas em dietas vegetarianas, tal engloba normalmente as dietas veganas e as ovolactovegetarianas.- Introdução
- Nutrientes a Ter em Atenção em Dietas Veganas e Ovolactovegetarianas
- Nutrientes a Ter em Atenção em Dietas Veganas
- Outros Nutrientes
A menos que exista indicação em contrário, os artigos da secção de saúde são da autoria de Jack Norris, nutricionista. Original em VeganHealth.org. © 2003–2009 Vegan Outreach e Jack Norris. Tradução e adaptação: Associação Pelos Animais.
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