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segunda-feira, junho 13, 2011

Porque Adoramos Cães, Comemos Porcos e Vestimos Vacas?

Melanie Joy, Ph.D (Doutorada em Psicologia), Ed.M (Mestre em Educação), é psicóloga social e autora do livro "Why We Love Dogs, Eat Pigs, and Wear Cows" (Porque Adoramos Cães, Comemos Porcos e Vestimos Vacas), que explora a ideologia por detrás do consumo de carne e o porquê de alguns animais serem considerados animais de companhia, enquanto que outros são considerados alimento. A Dra. Joy é professora de Psicologia na Universidade de Massachusetts, em Boston, e tem vindo a estudar a psicologia do especismo desde há vários anos.


O que é o Carnismo?
carnismo é um sistema de crenças invisível, ou uma ideologia, que condiciona as pessoas a comer (certos) animais. O carnismo é, essencialmente, o oposto do vegetarianismo ou do veganismo; "carn" significa "carne" ou da carne" e "ismo" denota um sistema de crenças. A maioria das pessoas vê o consumo de animais como um dado adquirido em vez de uma escolha; em culturas que consomem carne, por todo o mundo, as pessoas tipicamente não pensam sobre o porquê de acharem a carne de alguns animais repugnante e a carne de outros animais apetitosa, ou sequer sobre o porquê de comerem animais. Mas quando comer animais não é uma necessidade para a sobrevivência, tal como no caso da maioria da população actual, constitui-se como uma escolha – e as escolhas derivam sempre de sistemas de crença.
Reconhecemos que não comer animais deriva de um sistema de crenças; o vegetarianismo foi nomeado há séculos atrás. Em conformidade, não nos referimos aos vegetarianos como "consumidores de plantas", uma vez que compreendemos que comer plantas reflecte uma ideologia implícita, na qual o consumo de animais não é ético nem apropriado. No entanto, continuamos a referir-nos aos "não-vegetarianos" como "consumidores de carne", como se o acto de comer animais estivesse separado de um sistema de crenças, como se os vegetarianos fossem os únicos a levar para a mesa do jantar o seu sistema de crenças. Porém, a maioria das pessoas come porcos mas não come cães, isto porque possui um sistema de crenças no que respeita a comer animais.
Então porque é que o carnismo tem continuado sem nome até agora? Uma razão é porque, simplesmente são mais fáceis de identificar as ideologias que saem da norma. Uma razão ainda mais importante é porque o carnismo é uma ideologia dominante - uma ideologia de tal modo difundida e interiorizada que os seus princípios são considerados senso comum, “a maneira como as coisas são”, em vez de serem considerados um conjunto de opiniões mantidas pela maioria das pessoas. O carnismo é também uma ideologia violenta e exploradora; organiza-se em torno de uma violência intensiva, extensiva e desnecessária, e em torno da exploração dos animais. Até a produção da chamada carne com um tratamento mais humano (e outros produtos de origem animal), que constitui uma pequeníssima percentagem da carne produzida actualmente, explora os animais e envolve crueldade. Os princípios do carnismo contrariam os valores de base da maioria das pessoas que não estaria disposta, de outra forma, a apoiar a exploração de outros ou a permitir tal violência para com seres sencientes. Assim, o carnismo, à semelhança e outras ideologia violentas e exploradoras, tem que se esconder para garantir a participação da população; sem o apoio popular, o sistema entraria em colapso.


Omnívoro, Carnívoro e Carnista
Assim como “consumidores de carne” é uma expressão imprecisa e enganadora para descrever aqueles que não são vegetarianos, também o são os outros termos commumente usados tais como “omnívoro” e “carnívoro”. Estes termos reforçam a assunção de que comer animais é natural, um dos mitos mais interiorizados e convincentes, que é usado para justificar o carnismo. “Omnívoro” e “carnívoro” descrevem a disposição fisiológica e não a escolha ideológica de cada um: um omnívoro é um animal, humano ou não, que consegue ingerir tanto matéria animal como vegetal e um carnívoro é um animal que precisa de ingerir carne para sobreviver.
Pelas razões mencionadas acima, “carnista” é o termo mais adequado para descrever aqueles que comem animais. “Carnista” não é um termo com uma intenção pejorativa; tem apenas um propósito descritivo, para descrever quem age de acordo com os princípios do carnismo – tal como “capitalista”, “budista”, “socialista”, “crudivorista”, por exemplo, descrevem aqueles que agem em conformidade com uma ideologia em particular. Se temos um nome para os vegetarianos, faz todo o sentido termos um nome para aqueles cujos comportamentos reflectem o sistema de crenças oposto. “Carnista,” no entanto, difere dos outros “istas” atrás referidos porque a maioria dos carnistas não sabe que é de facto carnista, uma vez que o carnismo é invisível. Muitas pessoas são essencialmente, carnistas inadvertidas; tal é o paradoxo de ser carnista. E apesar de “carnista” ter sido criado simplesmente por uma questão de exactidão, o termo pode ser encarado como ofensivo – muito provavelmente porque, num certo nível, as pessoas consideram ofensiva a desnecessidade de matar e de consumir animais.


Defesas Carnísticas
As ideologia como o carnismo mantêm-se vivas ensinando-nos a não pensar ou a não sentir quando seguimos o que ditam, e uma das principais formas de fazerem isto é usando um conjunto de mecanismos que operam tanto ao nível social como psicológico. As “defesas carnísticas” escondem as contradições entre os nossos valores e os nossos comportamentos, permitindo-nos fazer excepções aquilo que normalmente consideraríamos ético.
A principal defesa do sistema é a invisibilidade e a principal forma da ideologia ficar invisível é permanecendo não-nomeada: se não a nomearmos, não a vemos, e se não a virmos, não podemos falar sobre ela ou questioná-la. Mas não só a própria ideologia é invisível, como também o são as vítimas do sistema: os triliões de animais de produção pecuária que são mantidos fora de vista e dessa forma, convenientemente afastados da consciência pública; a contínua degradação ambiental; a exploração dos trabalhadores dos matadouros e dos embaladores de carne; e os consumidores de carne que têm cada vez um maior risco de padecer das doenças mais graves do mundo industrializado e que têm sido continuamente condicionados a desligarem-se, psicologicamente e emocionalmente, da verdade da sua experiência no que diz respeito a comer animais.
Mas a invisibilidade é apenas a primeira linha de defesa na fortaleza do carnismo; é impossível obscurecer completamente a verdade. Assim, quando a invisibilidade inevitavelmente falha, o sistema precisa de um suporte. Consequentemente, o carnismo ensina-nos a justificar o facto de comermos animais, e ele fá-lo apresentando os mitos da carne (e de outros produtos animais), como se fossem os factos sobre a carne, promovendo os Três Ns da Justificação: comer animais é normal, natural e necessário. Os Três Ns estão institucionalizados – são incluídos e mantidos por todas as grandes instituições sociais, desde a família ao estado – e, talvez não surpreendentemente, têm sido evocadas ao longo da história para justificar outras ideologias exploradoras e violentas (ex. escravatura, domínio masculino, etc.).
O carnismo também se defende a ele próprio através da distorção das nossas percepções sobre a carne e os animais de forma a podermos sentir-nos confortáveis o suficiente para os comermos. Aprendemos, por exemplo, a ver os animais de produção pecuária como objectos (ex. referimo-nos às galinhas como algo em vez de alguém) e como abstracções, desprovidos de qualquer individualidade e personalidade (ex. um porco é um porco e todos os porcos são iguais), e para criar categorias rígidas nas nossas mentes de forma a podermos acolher sentimentos e comportamentos muito distintos relativamente às várias espécies (ex. a carne de vaca é deliciosa e a carne de cão é repulsiva; as vacas são para comer e os cães são nossos amigos).
Existem mais defesas que sobrepõem e reforçam as mencionadas aqui, mas todas as defesas servem um único propósito: bloquear a nossa sensibilidade e empatia no que toca aos animais de produção pecuária e aos produtos produzidos pelos seus corpos. Tendo consciência das defesas carnísticas, porém, somos menos vulneráveis à sua influência; somos capazes de sair do sistema e de olhar a questão de comer animais com os nossos próprios olhos, em vez de olharmos pelas lentes do carnismo.

quinta-feira, julho 29, 2010

A Obesidade Mental - Andrew Oitke

O prof. Andrew Oitke publicou o seu polémico livro «Mental Obesity», que
revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.
Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito
em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade
moderna.
«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos
do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada.
Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e
conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.»
Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos
que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de
carbono.
As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos
tacanhos, condenações precipitadas.
Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada..
Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e
comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e
realizadores de cinema.
Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e
romances são os donuts da imaginação.»
O problema central está na família e na escola.
«Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se
comerem apenas doces e chocolate.
Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta
mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e
telenovelas.
Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance,
violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma
vida saudável e equilibrada.»
Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado "Os
Abutres", afirma:
«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de
reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações
humanas.
A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e
manipular.»
O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade
fervilhante, para se centrarem apenas no lado polémico e chocante.
«Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.»
Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.

«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.
Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi
Kennedy.
Todos dizem que a Capela Sistina tem tecto, mas ninguém suspeita para que
é que ela serve.
Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam
porquê.
Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um
cateto».
As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras.
«Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes
realizações do espírito humano estejam em decadência.
A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura
banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxal ou doentia.
Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo.
Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da
civilização, como tantos apregoam.
É só uma questão de obesidade.
O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.
O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. Precisa sobretudo de dieta mental.»

sexta-feira, julho 23, 2010

Casa das Letras desvenda o Mundo Animal

«O Livro da Ignorância sobre o Mundo Animal», de John Mitchinson e John Lloyd, é a nova proposta da Casa das Letras, uma obra que promete desvendar alguns dos mistérios que cercam os animais.
«O Livro da Ignorância sobre o Mundo Animal», de John Mitchinson e John Lloyd 

«Junte-se à equipa do QI para um safari a corta-mato por entre uma centena dos mais interessantes elementos do reino animal. Conheça os ursos-de-água, que conseguem viver em suspensão durante centenas de anos, o parasita transportado pelo seu gato, que torna os homens rabugentos e as mulheres promíscuas, e o bicho-de-conta que bebe pelo traseiro. Maravilhe-se com elefantes que andam em bicos de patas, porcos que brilham no escuro e pica-paus que têm orelhas na ponta da língua.
Se ainda pensa que um pangolim é um instrumento musical, as hienas são cães, ou as ovelhas são desenxabidas e idiotas, «O Livro da Ignorância sobre o Mundo Animal» chegou mesmo a tempo» 

quarta-feira, maio 26, 2010

"Livros" humanos vão contar histórias de vida

São “livros” humanos e podem conversar com os “leitores” e entre si mesmos. Essa reunião de pessoas de raças, credos e estilos de vida diferentes surge no âmbito do projecto “Biblioteca Humana” que tem como base a reflexão sobre a diversidade cultural.
O evento promovido e organizado por um grupo de alunos de Mestrado em Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo, da Universidade dos Açores, decorrerá hoje, à noite, na biblioteca da Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade em Angra do Heroísmo.

Apesar de conhecido um pouco por todo o mundo, inclusive em Portugal, o projecto “Biblioteca Humana” surge nos Açores, pela primeira vez, a cargo de um grupo de cinco alunos que se encontram a frequentar o Mestrado em Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico, do Departamento de Ciências de Educação da Universidade dos Açores.
Esta iniciativa surge no âmbito da disciplina de Cidadania e Formação Cívica e tem como base a promoção do diálogo entre pessoas de raças, credos e ainda estilos de vida diferentes, sendo que, por isso, as alunas Sandra Serpa, Sandra Rodrigues, Carlos Barcelos, Anabela Simões e Vanda Belém optaram por realizar o evento no Dia Mundial da Diversidade Cultural comemorado a 21 de Maio.
“Consideramos uma ideia inovadora internacionalmente que até ao momento não havia sido colocada em prática nos Açores. É um grande desafio para nós”, revela Sandra Serpa, responsável pelo evento, adiantando que, na prática, a acção reúne um conjunto de pessoas com vivências fora do comum. “Em vez de livros físicos são livros “humanos” e os “leitores” vão conhecer a história de vida dessas pessoas no sentido de encarar as diferenças de uma forma positiva”, explica.  
Na sua maioria, os participantes carregam consigo episódios particulares como vítimas de preconceitos, racismo ou intolerância por parte da restante sociedade civil. Segundo Carlos Barcelos, a discriminação baseada na orientação sexual, na deficiência física e motora, e no activismo dos Direitos dos Animais são alguns dos casos mais frequentes nos dias de hoje.
“As pessoas portadoras de deficiência, as que defendem a prática de vegetarianismo no regime alimentar e os imigrantes são outras das vítimas de preconceitos”, acrescenta o aluno ao explicar o processo de selecção dos referidos livros “humanos”. “Primeiro tentámos saber quais os preconceitos que ainda enfrenta a nossa sociedade, e depois disso avançámos com a escolha de pessoas cuja história de vida se relaciona com esses mesmos preconceitos. Desta forma esperamos poder contribuir para ultrapassar as diferenças”, justifica.
A acção decorrerá na Biblioteca da Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade em Angra do Heroísmo, a partir das 19h30, e tem como público-alvo a comunidade escolar, nomeadamente estudantes da universidade e de uma turma do ensino nocturno daquela Escola, convidada a estar presente, e a população em geral.

sábado, maio 01, 2010

Feira do Livro Prático no Porto

Feira do Livro Prático no Porto
A partir de sábado, dia 1 de Maio, e até ao dia 7, decorre na Bertrand Porto Gran Plaza a feira do livro prático, onde é possível encontrar uma selecção de títulos a partir de um euro.


Entre livros de jardinagem, culinária, passatempos e divertimentos, medicinas alternativas, desporto e bricolage vários são os temas que os clientes e frequentadores do centro comercial podem adquirir a preços muito atractivos.
Paralelamente, a feira propõe um conjunto de iniciativas complementares, como aulas e conversas, destinadas a adultos e crianças.


No dia 5, às 15h30, a professora Marta Otera dará uma aula sobre o método de Pilates, durante a qual demonstrará algumas técnicas e abordará os inúmeros benefícios desta prática de exercício físico que exige disciplina, concentração e equilíbrio e que ajuda a restabelecer e aumentar a flexibilidade e a força muscular, melhorar a respiração e corrigir a postura.


No dia seguinte, às 18 horas, Pedro Pereira, da casa da Horta, conversará com o público do Porto Gran Plaza sobre as vantagens do vegetarianismo, regime alimentar que apresenta um elevado número de seguidores.


“Vamos dar voz aos animais – amigos de quatro patas” é o tema da conversa com o público infantil, agendada para o dia 7, às 15h30, e que se repete às 18 horas, com um cariz de sensibilização: "Vamos dar Voz aos animais - As Férias e os animais" tem como objectivo apelar às pessoas para o não abandono dos seus animais de estimação.

segunda-feira, abril 26, 2010

Educação ética: Casal lança livro para derrubar mitos sobre veganismo e crianças


Drew e Dana Villamagna vivem na Flórida, nos Estados Unidos, onde eles levam um estilo de vida vegano junto com seus três filhos.
“Nós vivemos essa vida sem produtos animais e nós realmente acreditamos que nossas crianças podem fazê-lo também”, diz Dana, 36 anos, que é jornalista especializada em comida e saúde. Seu marido, que tem 40 anos, é médico.
Para desfazer certos mitos relacionadas a uma dieta vegana no caso de crianças, o casal escreveu um livro introdutório  sobre o tema chamado The Complete Idiot’s Guide To Vegan Eating For Kids.
“Infelizmente ainda existe muito estigma social em relação a crianças criadas com uma dieta vegana. Mas elas precisam de mensagens alternativas nesse mundo de fast food.”
Para comprar o livro (em inglês), clique aqui.
Fonte: Thespec.com
via ANDA

domingo, abril 11, 2010

//PARALELO// n1

A //PARALELO// é uma publicação interdisciplinar, que pretende dar ênfase à filosofia, activismo e políticas de assuntos relacionados com a libertação animal. Esta publicação pretende ser uma plataforma de encontro e confronto da diversidade no conhecimento e experiência que existe nos vários protagonistas que participam neste movimento bem como uma ferramenta para a reflexão, comunicação, e divulgação.

sábado, março 27, 2010

Dia Internacional do Livro Infantil

A 2 de Abril, data do nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, comemora-se o Dia Internacional do Livro Infantil.

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Por outro lado, as Nações Unidas declararam 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Este ano, todos somos convidados a celebrar a vida na Terra e a proteger a diversidade biológica, tão importante para as nossas vidas.