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segunda-feira, abril 26, 2010

Fiscalização ao uso de animais em experiências é insuficiente


Investigadores e opositores ao uso de animais em experiências alertaram na véspera do Dia Mundial do Animal de Laboratório para a incipiente fiscalização aos locais de criação de animais para fins experimentais e às práticas dos cientistas em Portugal.
Destak/Lusa | destak@destak.pt
“A Direção Geral de Veterinária [DGV] tem poucos recursos para avaliar o bem-estar animal nos biotérios e licenciar os biotérios”, afirmou à agência Lusa Anna Olffon, especialista em ética animal e investigadora do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), onde integra a comissão de ética local.

segunda-feira, abril 19, 2010

Dia Mundial do Animal de Laboratório

Segundo dados oficiais da Direcção-Geral de Veterinária cerca de 40 mil animais são usados anualmente para experimentação e fins científicos em Portugal. Em todo o mundo estima-se que cerca de 100 milhões de animais sejam torturados e mortos com uma crueldade extrema anualmente em laboratórios. A 24 de Abril assinala-se o Dia Mundial do Animal de Laboratório. 


40 mil são anualmente usados para experimentação em Portugal

quarta-feira, março 17, 2010

Biotério vai «melhorar condições» dos animais




A Fundação Champalimaud, patrocinadora do projecto da Azambuja, assegura que este não tem qualquer objectivo comercial 



  • Um dos poucos momentos em que Marley está sossegado

A Fundação Champalimaud garantiu esta quarta-feira que o futuro biotério da Azambuja tem como principal objectivo «melhorar as condições de bem-estar na investigação biomédica» e recusou que o projecto tenha objectivos comerciais.
O investigador da fundação, Rui Costa, foi ouvido na comissão parlamentar de Educação e Ciência a propósito de uma petição contra a construção do Biotério da Azambuja, informa a Lusa.
Rui Costa é um dos responsáveis pela ética do projecto e garantiu que não vai ser construído um biotério com fins comerciais, nem haver experimentação em cães e gatos, assim como se irá cumprir a proibição legal de infligir sofrimento agudo e crónico nos animais.
O investigador lembrou que as empresas que referem não fazer testes em animais usam substâncias activas que foram experimentadas anteriormente por outras companhias, que a isso são obrigadas por lei. Garantiu que com este centro não haverá aumento de produção e que será travado um dos «maiores problemas» a nível do bem-estar dos animais, o transporte.
Rui Costa afirmou que a capacidade de gaiolas poderá variar entre um mínimo de 10 mil e um máximo de 20 mil gaiolas e os custos de manutenção são seis euros semanais por gaiola. O responsável recusou qualquer fim lucrativo e sublinhou que a vantagem económica para as instituições é «gastar menos».
Relativamente à exportação de animais, Rui Costa referiu que o termo é utilizado para definir a «troca de animais com outras instituições europeias em termos de embriões e no âmbito de projectos».

Fonte