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segunda-feira, abril 26, 2010

Regras para uso de animais para fins experimentais vão ser mais rígidas em Portugal



por Agência Lusa
por Agência Lusa
Portugal está a ultimar a alteração a uma diretiva europeia para impor maior rigidez a nível nacional no uso de animais para fins experimentais, revelou hoje o Ministério da Agricultura, em véspera do Dia Mundial do Animal de Laboratório.

terça-feira, abril 20, 2010

2.ª Marcha contra Biotério da Azambuja


No dia 24 de Abril a POB realiza a segunda marcha de protesto contra a construção do biotério da Fundação Champalimaud.
A marcha começará às 14h30 na Rotunda do Saldanha (Lisboa) em frente à Fundação Champalimaud (Atrium Saldanha) e seguirá até à Fundação Calouste Gulbenkian.
Contamos com a colaboração de todos em mais esta altura crucial para travar este projecto
Não falte!

:: PLATAFORMA DE OBJECÇÃO AO BIOTÉRIO ::Em nome de uma ciência sem experimentação animal
mais ética, rigorosa, benéfica e positiva
Ver website para mais informação
24 ABRIL - Participe na Marcha contra Biotério da Azambuja (ver site)

quarta-feira, março 17, 2010

Biotério vai «melhorar condições» dos animais




A Fundação Champalimaud, patrocinadora do projecto da Azambuja, assegura que este não tem qualquer objectivo comercial 



  • Um dos poucos momentos em que Marley está sossegado

A Fundação Champalimaud garantiu esta quarta-feira que o futuro biotério da Azambuja tem como principal objectivo «melhorar as condições de bem-estar na investigação biomédica» e recusou que o projecto tenha objectivos comerciais.
O investigador da fundação, Rui Costa, foi ouvido na comissão parlamentar de Educação e Ciência a propósito de uma petição contra a construção do Biotério da Azambuja, informa a Lusa.
Rui Costa é um dos responsáveis pela ética do projecto e garantiu que não vai ser construído um biotério com fins comerciais, nem haver experimentação em cães e gatos, assim como se irá cumprir a proibição legal de infligir sofrimento agudo e crónico nos animais.
O investigador lembrou que as empresas que referem não fazer testes em animais usam substâncias activas que foram experimentadas anteriormente por outras companhias, que a isso são obrigadas por lei. Garantiu que com este centro não haverá aumento de produção e que será travado um dos «maiores problemas» a nível do bem-estar dos animais, o transporte.
Rui Costa afirmou que a capacidade de gaiolas poderá variar entre um mínimo de 10 mil e um máximo de 20 mil gaiolas e os custos de manutenção são seis euros semanais por gaiola. O responsável recusou qualquer fim lucrativo e sublinhou que a vantagem económica para as instituições é «gastar menos».
Relativamente à exportação de animais, Rui Costa referiu que o termo é utilizado para definir a «troca de animais com outras instituições europeias em termos de embriões e no âmbito de projectos».

Fonte