Mostrar mensagens com a etiqueta animais de circo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta animais de circo. Mostrar todas as mensagens

domingo, junho 12, 2016

Salvem os Elefantes!

O adestramento brutal de bebês de elefantes para prepará-los para o circo.

Trabalho de rotina no Centro de Conservação de Elefantes na Flórida, EUA: Um filhote de elefante é amarrado ao chão e cercado por guardas que o maltratam com cordas e varas. É inconcebível que estas cenas chocantes estejam ocorrendo em um local que se disfarça de "protetor de elefantes". O fato é que, por trás deste procedimento cruel, existe uma tradicional indústria de entretenimento.

Sam Haddock/Peta

O operador deste centro é o circo "American Ringling Brother Circus", que usa esta instalação para criação e adestramento de elefantes para espetáculos. Nas fotos, você pode ver como o animal é separado de sua mãe imediatamente após o nascimento e treinado para os shows.


Sam Haddock/Peta

 Como parte do treinamento, um instrumento cruel é utilizado, o que é conhecido como gancho de elefante ou ankus. Na ponta deste "cabo para adestrar animais", existem duas lâminas que são enfiadas diretamente na pele sensível deles. As imagens são uma triste prova da tortura física e mental infligida nos elefantes com este instrumento. Não é de se surpreender que este cajado tenha sido banido em vários estados dos EUA.


Sam Haddock/Peta

Você pode dizer o quanto o adestramento é doloroso pelo número de elefantes que não sobrevivem ao procedimento. Ricardo, um filhote de apenas 8 meses, teve que ser abatido quando caiu de uma plataforma durante o treinamento e quebrou duas patas. Alguns anos antes, um elefante de 3 anos se afogou quando fugiu para um local com água por medo do cajado do treinador.


Sam Haddock/Peta

Por conta destes incidentes serem tão conhecidos e destas imagens terem sido publicadas pelo ex domador de circo Sam Haddock, a empresa Ringling deu fim ao seu programa com elefantes. Os animais aposentados devem supostamente voltar para o seu lugar de martírio: O Centro de Conservação de Elefantes da Flórida. Se eles vão continuar a ser treinados lá não está claro. De acordo com a empresa, os animais também devem ser usados para pesquisa para a cura do câncer. De qualquer maneira, os elefantes ao redor do mundo ainda continuam a ser tratados desta forma cruel. Na Tailândia, eles tipicamente se referem ao adestramento destes animais como "esmagamento de elefantes". Isso porque a personalidade dos jovens animais é destruída com as surras, falta de sono e falta de alimentação.



Sam Haddock/Peta

Enquanto cenas terríveis como estas continuarem a acontecer, onde animais são usados para fins de entretenimento, todos estes programas devem ser boicotados. Existem organizações de bem estar animal e parques de vida selvagem que lutam para a libertação de elefantes de circo torturados, e vale muito a pena ajudá-los. Por exemplo: a Save Elephant Foundation ou o Elephant Nature Park.

As imagens mostradas acima, mesmo sendo chocantes, podem ser um primeiro passo para a melhoria de vida destes animais. Compartilhe este artigo para mostrar a todo mundo a realidade por trás dos espetáculos coloridos de circo.




Save the Elephants

Brutal handling of baby elephants to prepare them for the circus

Routine everyday work at the Center for Elephant Conservation in Florida, USA: An elephant calf is tied to the ground and is surrounded by guards who mistreat it with ropes and sticks. It is inconceivable that these shocking scenes are taking place under the guise of "elephant protection". The fact of the matter is that behind this cruel procedure lies a traditional entertainment industry.

The operator of the center is the American Ringling Brother Circus who uses this facility for breeding and dressage of his circus elephants. In the photos, you can see how the animals are separated immediately after birth from their mothers and trained for the circus shows.

As part of the training a cruel instrument is used, which is known as the goad or ankus. At the head of this “animal tamer rod”, there are two blades, which are drilled directly into the elephant’s sensitive skin. The images are sad proof of the mental and physical torture inflicted on the elephants with this instrument. It comes as no surprise that this rod has been banned in several US states.

You can tell how painful dressage really is by the number of elephants who do not survive the procedure. The 8-month-old calf, Ricardo, had to be put down after it fell from a platform during training and broke its two legs. A few years earlier, a 3-year-old elephant drowned after it had fled to closeby water out of fear of his tamer's dreaded rod.

It is because of these incidents being common knowledge and these images being published by former circus tamer, Sam Haddock, that the company, Ringling, has now terminated his elephant program. The retired elephants are supposedly just sent back to their place of martyrdom: the Center for Elephant Conservation in Florida. Whether or not they continue to be trained there is unclear. According to the company, the animals are also supposedly used for cancer research. Nevertheless, elephants all around the world still continue to be trained in this cruel way. In Thailand, they typically refer to the dressage process as elephant crushing. This is because the will of the young animals is broken through beatings, sleep deprivation and starvation.

As long as such terrible scenes continue to take place, in which animals are presented for entertainment purposes, all such programs should be boycotted. There are many animal welfare organizations and wildlife parks that fight for the liberation of tortured circus elephants, and it is worthwhile supporting them. For example, Save Elephant Foundation or the Elephant Nature Park. The above shown images, as shocking as they are, may just be a first step towards improvement. Share this article in order to show everyone what really happens behind the colorful scenes of the circus.

hefty

Sofreu anos em silêncio até que decidiu revelar toda a verdade dos circos com animais

A palavra circo traz à mente imagens de incríveis acrobatas, palhaços engraçados… e animais exóticos. Segundo é relatado neste vídeo, os circos que usam animais promovem uma falsa ideia de como tudo isso é seguro, divertido e saudável... mas está muito longe da realidade, pois para além do brilho e do glamour, os animais participam de um espetáculo degradante. Enquanto os humanos escolheram fazer parte do circo, os animais participam contra a própria vontade e são mantidos em cativeiro e forçados a fazer parte do show.


Fonte: tabonito.pt

sexta-feira, maio 06, 2016

Farsa: elefantes do circo Ringling Bros. não terão liberdade garantida conforme anunciado

Foto: Reprodução/ABC News
Foto: Reprodução/ABC News
O famoso circo norte-americano Ringling Bros. and Barney & Bailey anunciou que libertaria os elefantes explorados, após uma última apresentação.
Mas, na verdade, os animais só serão encaminhados ao Center for the Elephant Conservation dentro de três anos. Pior: o local não é um santuário, como se esperava, e sim um centro de reprodução forçada e treinamento tal qual o circo.
O “Centro pela Conservação dos Elefantes”, embora tenha a aparência de um santuário, tem um péssimo histórico em relação aos animais – incluindo denúncias de elefantes bebês sendo treinados para a exploração no picadeiro.
Segundo o Unchainmee, um grupo internacional pela abolição do uso de animais em circos, a medida anunciada não passa de uma manobra política para apaziguar consciências e driblar a pressão mundial contra a exploração animal na indústria do entretenimento.
Para os ativistas, cabe a nós cidadãos exigir que todos os circos tenham apenas artistas humanos e que todos os animais sejam enviados para santuários, livres de exploração humana.
“Não devemos discriminar estes animais por espécie. Nenhum deve ser forçado a imitar humanos e a fazer as pessoas rirem — sejam de espécies domésticas ou selvagens.”, escreve a Unchaimee no Facebook. “O poder está em nós, cidadãos, e na nossa determinação.”

segunda-feira, agosto 27, 2012

Uma estranha forma de conservar...


Apesar dos aparentes benefícios que podem advir da manutenção de zoos, com animais em vias de extinção, as evidências de mal-estar dos animais em cativeiro são inequívocas.
Os jardins zoológicos voltaram a ser notícia em Agosto, pelas piores razões. Uma guarda do zoo de Colónia, Alemanha, foi morta por um tigre que escapou da sua cela e depois acabou por ser abatido pelo diretor do zoo.

A notícia poderia terminar com estas duas mortes infelizes, mas este incidente volta mais uma vez a levantar a velha discussão sobre as vantagens e desvantagens de manter zoos com animais selvagens em cativeiro.

A presença de animais em cativeiro nas sociedades humanas remonta há cerca de 25.000 anos, tendo sido os pombos os primeiros animais mantidos em cativeiro há 6.500 anos, no Iraque.

No antigo Egipto, surgiu o primeiro jardim zoológico, há 4.000 anos, possuindo 100 elefantes, 70 felinos e milhares de outros mamíferos, enquanto na China foi fundado há 3.000 anos um outro jardim zoológico enorme, conhecido como Jardins da Inteligência.

Os jardins zoológicos não tiveram sempre o suposto propósito conservacionista, que conhecemos hoje. Os primeiros zoos eram coleções particulares, promovidas pela realeza, que pretendia assim exultar o seu poder e glória em obras exuberantes e impossíveis para o homem comum. Nestes zoos, os animais eram treinados para entreterem o público, desvirtuando totalmente a sua natureza selvagem e instintos naturais.

Apesar dos aparentes benefícios que podem advir da manutenção de zoos, com animais em vias de extinção, as evidências de mal-estar dos animais em cativeiro são inequívocas: stress; comportamentos psicóticos e/ou apáticos por falta de estímulos naturais como procura de alimento, socialização e procriação; condições degradantes das jaulas; reduzido espaço das jaulas; maus tratos, danos físicos e psíquicos que impossibilitam a sua reintrodução nos habitats naturais, etc.

A missão recente dos zoos tem sido justificada pela necessidade de conservação de espécies em vias de extinção, mas é errado considerar que se conseguem salvar espécies animais, desenquadradas do seu habitat natural, muitas vezes a milhares de quilómetros de distância ou em condições climatéricas opostas às naturais. Os zoos devem funcionar localmente nas regiões onde os animais vivem, sem o aprisionamento a que os sujeitamos nos zoos.

A suposta salvação nos zoos tem sido assim um castigo para os animais cativos que dura normalmente toda a sua vida.

Os problemas de fundo na sobrevivência de espécies animais nos seus habitats naturais foi sempre o mesmo: caça regular excessiva e caça furtiva descontrolada, roubo territorial aos animais selvagens, que passaram a ter menos território de caça para obterem alimento ou a deterioração do habitat, que posteriormente promove a redução populacional e limita a reprodução não consanguínea.
Por outro lado, outro dos desafios recentes dos zoos é não contribuir para a morte acelerada das espécies animais que pretende proteger, com a proximidade excessiva de animais selvagens que nunca teriam qualquer contacto natural, como aconteceu com os dois ursos polares que faleceram com o vírus de herpes modificado EHV1 que ataca normalmente apenas as zebras. Assim, o novo risco criado pelos zoos é de estarem a criar novos vírus que podem contaminar espécies animais que nunca seriam afetadas desta maneira no seu território natural.

O caricato deste incidente na Alemanha, foi a inconsciência inicial de se ter trazido um tigre para a Europa para ser preservado e estudado, mas que acabou por ser morto como teria sido certamente no seu território natural por caçadores furtivos. A preservação da espécie e o princípio de conservação natural perderam-se pelo caminho e mais um animal foi morto, por vingança e incompreensão.

Não são zoos destes que devemos ter ou promover na nossa sociedade.

por João Pedro Santos
Ativista dos direitos dos animais

sábado, março 03, 2012

O circo não é diversão... para os animais!

“Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado, apenas a sombra de sua beleza perdida.”
1937, Julia Allen Field

O circo não é divertimento para todos

Para os menos atentos o circo transparece uma imagem de animação onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são torturados, abusados e mantidos prisioneiros para quase toda vida em nome do entretenimento.

Cães, elefantes, ursos, camelos, cobras, macacos, araras, papagaios, focas, cavalos, girafas, lamas, cabras, zebras, bovinos, póneis, tigres, pumas e leões, são as espécies animais que mais facilmente se podem encontrar em circos de todo o mundo. Estas mesmas espécies são maltratadas e mantidas famintas, em estado de desnutrição contínua. Passam a vida aprisionados em espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira, dolorosa e stressante. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat, e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas. Outros foram comprados a jardins zoológicos e a outros circos.

O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Para além da fome os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa, e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória). Todo o aborrecimento pelo qual os animais passam é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, muitas vezes superlotadas, nas quais mal se podem movimentar. A ansiedade e o stress resultantes das pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência dos treinos a que são submetidos fazem com que fiquem com distúrbios comportamentais (tornam-se apáticos e neuróticos). Repetem permanentemente movimentos estereotipados, auto mutilam-se e, por vezes, até ocorre canibalismo.

No seu meio selvagem, e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.

Os circos nada oferecem de pedagógico: crianças são ensinadas a olhar para os animais como objectos de exibição, que se expõem, se exploram e dos quais se abusa. As crianças podem aprender mais sobre os animais e o seu comportamento natural em documentários sobre a vida selvagem.


Apresentam-se de seguida algumas espécies animais e os abusos dos quais são vítimas:


Elefante amarradoElefantes:

- Antes de chegarem ao Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não se podem mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.

- Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
- Os elefantes são animais que vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto pelos seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.

- Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilómetros diariamente.

- No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características da depressão causada pelo cativeiro.

"Como fazer para conseguir a atenção de um elefante de 5 toneladas? Surre-o. Eis como".
Saul Kitchener, director do San Francisco Zoological Gardens



Tigre dentro de jaulaLeões, Tigres e outros Felinos:



- De acordo com Henry Ringling North, no seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a pedestais e são enroladas cordas nas suas gargantas, para que tenham a sensação de estarem a sufocar.

- São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.

- Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.

- Passam a maior parte de suas vidas dentro de pequenas jaulas.

Alguns circos alimentam os felinos com cães e gatos abandonados.


Ursos:


Urso numa bicicleta
- Têm o nariz partido durante o “treino”

- As suas patas são queimadas, para os forçar a ficar sobre duas patas

- São obrigados a pisar chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música

- Durante o “espectáculo” os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treino” e começam a movimentar-se, dando a impressão de estarem a dançar

- Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 da sua língua cortada

- Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro

- Alguns ursos auto mutilam-se, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas


Macacos:



Macaco atrás de grades
- Apresentam o mesmo comportamento das crianças que sofrem abusos

- Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano

- São agredidos de modo a obedecer e obedecem apenas por medo

- Roer unhas e auto mutilação são comportamentos frequentemente encontrados em macacos cativos

- Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.

Cavalos, camelos, bois, cabras, póneis, burros e lamas:


Cavalo esquelético
- São açoitados e impedidos de fazer caminhadas

- Não são alimentados devidamente

- São agredidos para aprender



Todos os animais de circo:
- Não têm férias nem assistência veterinária adequada

- São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilómetros sem descanso, etc..

- Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treino”: choques eléctricos, chicotadas, privação de água e comida.

- Encontram-se sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças


Como ajudar?
Há várias coisas que podes fazer para reduzir o sofrimento dos animais. Pode ser algo tão simples como escrever uma carta ou fazer um telefonema num esforço para alterar o modo como estas instituições tratam os animais.

O que acontece aos animais se saírem do circo?
O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes. Os animais resgatados dos circos são geralmente reinseridos nos seus habitats naturais e em parques protegidos (ou santuários), que reúnem as mesmas condições.

É possível um circo existir sem animais?
Perfeitamente! O circo “Cirque du Soleil”, que foi fundado em 1984 por Guy Laliberté, tem um misto de números de circo e entretenimento de rua. Ao longo das duas últimas décadas o Cirque du Soleil transformou-se num império de divertimento e deu a esta arte um novo sopro de vida, uma vez que defende um circo sem animais, “Não estamos bem certos se o lugar de um elefante ou de um tigre é ficar enjaulado metade da vida ou apresentar-se ao Mundo fazendo acrobacias.” Este circo tem actualmente 2400 empregados e 500 artistas de mais de 40 países. Cerca de 600 mil pessoas assistem às suas peripécias Mundo afora. O circo está muito mais saudável do que antes, porque as pessoas precisam de sonhar e ter esperança, e é disso que falamos!”.


Alguns circos com animais:
- Circo Victor Hugo Cardinalli
- Circo Roberto Cardinali
- Circo Atlas
- Circo Chen
- Circo Di Napoli
- Circo Stankowich
- Circo Garcia
- Circo Bim Bobo
- Circo Moscow
- Circo Beto Carreiro
- Circo Vostock
- Circo De Roma


Alguns circos SEM animais:
- Circolando - R. Pinto Bessa, 122, Armazém 8 (Porto) - junto à estação de Campanhã; telefones: 225189157 e 934182945
- Kopinxas - Grupo de animação circense (Aveiro) http://www.kopinxas.com/ telefones: 936277013 e 913677966
- Trupilariante Companhia de teatro-Circo (Lisboa) http://www.trupilariante.com , e-mail: trupilariante@trupilariante.com telefone: 218460738 fax: 218 150 688
- Kabong (Porto) - telefone: 962710061
- Cia
- Clawnesca Cara Melada
- Cia Pavanelli: http://www.ciapavanelli.com.br
- Circo da Alegria: http://www.circodaalegria.com.br
- Circo Dança Teatro Intrépida Trup: http://www.intrepidatrupe.hpg.ig.com.br
- Circo Girassol: http://www.circogirassol.com.br
- Circo Gran Bartholo
- Circo Mínimo: http://www.circominimo.com.br
- Circo Navegador: http://www.circonavegador.com.br
- Circo Popular do Brasil
- Circo Spacial: http://www.spacial.com.br
- Circo Teatro Musical
- Furunfunfum: http://www.furunfunfum.com.br
- Circo Trapézio: http://www.circotrapezio.hpg.ig.com.br
- Circo Vox: http://www.circovox.com.br
- Circodélico: http://www.circodelico.com
- Cirque Ahbaui: http://www.cirqueahbaui.com
- Cirque du Soleil http://www.cirquedusoleil.com/
- Companhia Teatral e Circence Trupe Sapeka: http://www.trupesapeka.cjb.net
- Parlapatões, Patifes & Paspalhões: http://www.terravista.pt/ilhadomel/5115


Referências:
http://animaisdecirco.freeservers.com/
http://www.animal.org.pt/
http://www.circuses.com/animals.html
http://www.wolfkatt.freeservers.com/custom3.html
http://fund.org/uploads/fs_ent1.pdf
http://www.urbi.ubi.pt/000530/edicao/emorb_circo.html
http://animaisdecirco.freeservers.com/circos_sem_animais.html


Centro Vegetariano

quarta-feira, setembro 07, 2011

Animais no Entretenimento


Circos Com Animais


O Absurdo dos Animais nos Circos

No seu meio selvagem e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.

Os Animais são Ridicularizados nos Circos

Na verdade, as actuações de animais em circos apresentam uma visão distorcida da vida selvagem e de como aqueles animais são, mostrando sempre animais como caricaturas de humanos ou animais ridicularizados, em situações que lhes impõem uma vida de encarceramento em condições miseráveis e de condicionamento e treinos de grande violência, cujo objectivo é levá-los a executar as actuações que lhes são mais estranhas.

Do Meio Selvagem ou do Zoo para a Depressão nos Circos

Muitos dos animais que são usados nos circos foram violentamente capturados no meio selvagem, tendo as suas famílias sido mortas para esse fim. Outros foram comprados a jardins zoológicos, de onde também são separados das suas famílias. Outros ainda são comprados a outros circos. Em qualquer caso, os animais de circo têm sempre passados traumáticos e, fruto da maneira como são mantidos e tratados enquanto são usados para os espectáculos circenses, estão condenados a uma vida de permanente angústia e depressão.

O Stress e os Distúrbios Comportamentais

A ansiedade e o stress resultantes das muito pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência da condução, do maneio e dos treinos a que são submetidos fazem com que os animais fiquem com distúrbios comportamentais graves, nomeadamente a repetição permanente dos mesmos movimentos sem sentido, que indicam que os animais estão já alheados do mundo, de tal modo estão perturbados pela sua escravidão no circo. Outros comportamentos estereotipados, como a auto-mutilação, tomam conta dos animais, que, de tédio, facilmente cedem à pressão e entram num autêntico estado de loucura.


Os Treinos Violentos

A lição mais importante que os animais aprendem, desde bebés, nos circos é que, se desobedecerem, serão castigados violentamente. Durante todas as suas vidas, tigres, leões, elefantes, ursos, chimpanzés, babuínos, zebras, camelos, girafas, póneis, cavalos, cães e outros animais, vêm os seus momentos de tédio marcados pela apatia que resulta do encarceramento permanente em jaulas pouco maiores do que os próprios animais, momentos que são apenas interrompidos por sessões de treino cruéis, em que o espancamento, o uso de aguilhões-gancho e de chicotes e a electrocussão são os meios de treino. A violência e o medo fazem parte do dia-a-dia destes animais e são os ingredientes para que a actuação destes aconteça.

O Mau Estar

Quanto mais exóticos e especiais são os animais nos circos, mais fechados estão. O lar de qualquer animal num circo é, normalmente, uma jaula pouco maior do que o próprio animal, que é também o vagão que serve para o transportar, e onde o animal passa a maior parte da sua vida, fechado. É frequente as jaulas estarem sobrelotadas, onde os animais mal se podem movimentar, como se as mínimas dimensões destas não fossem já suficientes. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, vivendo muitas vezes sobre as próprias fezes e urina, sem se poderem exercitar, ficando aborrecidos e deprimidos pelo tédio e muito desconfortáveis com a total falta de higiene.

O Transporte e as Doenças

Durante o transporte, os animais viajam em condições igualmente pobres, sujeitos a todas as condições climatéricas, expostos ao frio e ao calor, mesmo quando as suas características biológicas colidem frontalmente com estas condições. Acresce ainda o facto de muitos animais ficarem aleijados e com deficiências crónicas em resultado das correntes que lhes são aplicadas durante muito do seu tempo de reclusão. Mesmo para os animais que têm direito a ser mantidos em espaços pequenos de recreio, como acontece por vezes com cães, póneis, lamas e camelos, é muito comum que, para viagens do circo de uma localidade para outra que demorem apenas uma hora, os animais estejam fechados nos vagões durante mais de dezasseis horas. Para os animais que nunca têm espaços de recreio, a chegada a uma nova localidade apenas significa que poderão respirar um pouco melhor, pelo facto das suas jaulas/vagão passarem a estar mais abertas.

Espectáculos Degradantes e Anti-Pedagógicos

ANIMAL defende que a utilização de animais em circos, por ser cruel e impor-lhes um grande sofrimento físico e psíquico, não é aceitável e deve ter um fim. Desafia os mais elementares princípios da conservação das espécies e revela-se um entretenimento mórbido, conseguido a partir da miséria dos animais usados para este fim, assim como anti-pedagógico, pois leva as crianças – principal público dos circos – a ficarem com ideias completamente erradas acerca de como os animais são.

O Circo Pode e Deve Existir, Mas Sem Animais

ANIMAL acredita que, enquanto o circo com animais é o pior espectáculo do mundo, já o circo sem animais tem todas as condições para ser o “maior espectáculo do mundo”. Por todo o mundo, companhias de circo tradicional abandonaram o uso de animais e apostaram a sua energia nas actuações de artistas humanos – essas sim, admiráveis. Na corrente do “Novo Circo” – que tem como opção artística ter apenas a participação de artistas humanos –, circos como o “Cirque du Soleil”, o “Cirque Plume” e outras grandes companhias de novo circo maravilham o público em todo o mundo, com os seus trapezistas, malabaristas, actores, palhaços, contorcionistas e outros artistas, que escolheram fazer parte de um espectáculo admirável onde os animais não devem estar e onde só podem estar se forem violentamente forçados a isso.

Boicote os Circos Com Animais

O apelo da ANIMAL é claro: não contribua para a miséria e sofrimento dos animais de circo. Não ajude a que continuem a ser cruelmente explorados desta maneira. A solução é simples: não visite circos com animais. O sofrimento, o medo e a angústia deles não são espectáculo.