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segunda-feira, agosto 09, 2010

Semana Vegetariana 2010 - 3ª edição

Marca na agenda, de 1 a 7 de Outubro de 2010 acontece a 3ª Semana Vegetariana.
Restaurantes, lojas, associações, centros de terapias e outras entidades de todo o país são convidadas a promover actividades como, por exemplo, palestras, debates, projecção de vídeos, workshops de cozinha, piqueniques, descontos e promoções diversas de produtos e serviços.

Se quiser promover iniciativas durante a Semana Vegetariana, contacte-nos. Todas as actividades serão gratuitamente divulgadas neste sítio.

Cartaz Semana Vegetariana
A cantora Romana aceitou também o desafio de apoiar a Semana Vegetariana 2010:
"Pelo meu bem-estar, o dos animais e o do planeta, sou vegetariana e apoio a Semana Vegetariana" Romana


A nível internacional, pela terceira vez consecutiva várias associações juntam-se para promover uma Semana Vegetariana em simultâneo, mobilizando centenas de activistas.

Esta iniciativa pretende elucidar um grande número de pessoas, divulgando o vegetarianismo enquanto estilo de vida saudável, ético e ecológico.

Recursos para promover a Semana Vegetariana

Todos estes recursos podem usados de forma gratuita, com o objectivo de promover a Semana Vegetariana.
Os materiais podem ser adaptados ou melhorados, de acordo com as suas necessidades.

domingo, julho 25, 2010

Centro Vegetariano: Marcas de produtos


Aubrey


Todos os produtos de cosmética da Aubrey Organics são completamente naturais, produzidos com plantas, óleos essenciais e vitaminas naturais. Todas as fórmulas são, ainda, desenvolvidas por Aubrey Hampton, e produzidas manualmente, em pequenas quantidades na unidade de produção situada na Flórida, EUA. Os produtos não são testados em animais e são biodegradáveis.
Esta gama de produtos inclui creme de barbear, after-shave, gel para o cabelo.
Mais sobre esta marca: 
http://www.aubrey-organics.com
Distribuída em Portugal por Rita C: 
http://www.rita-c.com

Benevo


Marca de ração e outros alimentos para cães e gatos. Produtos vegetarianos, sem OGM, e não testados em animais. Aprovados pela Sociedade Vegetariana do Reino Unido.
Mais sobre esta marca: 
http://www.benevofoods.com
Distribuída em Portugal por Efeito Verde: 
http://www.EfeitoVerde.com

Biobi


Marca italiana de produtos naturais que inclui champôs, géis de duche, diversas loções e cremes para cuidados da pele, produtos para bebé, dentífricos e muito mais.
Produtos isentos de LSS (Lauril Sulfato de Sódio), parabenos, petroquímicos, corantes artificiais, ingredientes de origem animal, testes em animais e ingredientes químicos desnecessários. Os produtos são controlados pelo ICEA (Instituto para a Certificação Ética e Ambiental – 
http://www.icea.info), pela A.I.A.B (Associação italiana de agricultura biológica) e pela LAV (Liga Anti-Vivissecação italiana – http://www.infolav.org).
Grande parte dos ingredientes são de origem biológica, e escolhidos para melhor benefício da pele e do meio ambiente.
Mais sobre esta marca: 
http://www.sanecovit.it
Distribuída em Portugal por Efeito Verde: 
http://www.EfeitoVerde.com

Bio-D


Detergentes ecológicos com ingredientesde origem vegetal, recorrendo a agentes de limpeza muito suaves e biodegradáveis, com um impacto mínimo sobre o meio ambiente. Não usa fosfatos, lixívia, branqueadores ópticos, corantes ou outros produtos químicos prejudiciais. Fórmulas hipoalergénicas. Não usa ingredientes de origem animal e não testa em animais. Produtos aprovados pela BUAV e pela Vegan Society.
Mais sobre esta marca: 
http://www.biodegradable.biz
Distribuída em Portugal por Efeito Verde: 
http://www.EfeitoVerde.com

Couto S.A


A empresa Couto nasceu em 1932 pelas mãos de um gerente de farmácia. O farmacêutico, com a ajuda de um dentista amigo, desenvolveu uma pasta dentrífica medicinal com o objectivo de limitar o fenómeno crescente da retracção das gengivas. Durante muitos anos a pasta Couto foi o dentrífico da maioria dos portugueses. O produto ainda hoje continua a ser fabricado pela empresa de Vila Nova de Gaia, não usando ingredientes de origem animal nem testados em animais.
Mais sobre esta marca: 
http://www.couto.pt

Efeito Verde


Distribuidor e importador de diversos produtos. Comercializa, entre outros, iogurteiras, filtros de água, nozes de saponária, maca e bagas goji. Além de preocupações de saúde, esta empresa apresenta preocupações éticas e ecológicas.
Mais sobre esta empresa: 
http://www.EfeitoVerde.com

Elichristi


Empresa de Pedreiras - Porto de Mós, que comercializa produtos naturais e biológicos, para uma alimentação ecológica sem OGM. Os seus produtos de origem biológica são certificados pelo Sistema de Controlo CE Ecocert -Portugal. Esta empresa comercializa tofu, seitan, feijão de soja e derivados, cereais integrais, sementes variadas e algas, entre outros produtos.
Telefone: 244 401 353

Faith in Nature


Os produtos da Faith in Nature são isentos de ingredientes de origem animal, de LSS (Lauril Sulfato de Sódio), SLES (Lauril Éter Sulfato de Sódio) , parabenos, corantes e conservantes artificiais e outros ingredientes químicos desnecessários. A marca orgulha-se ainda de não realizar testes em animais, sendo certificada pela BUAV. Os produtos são aprovados pela Vegan Society.
A Faith in Nature reduz ao máximo os componentes das embalagens (sem caixas dispensáveis ou embalagens maiores do que o conteúdo). Os produtos assim como as respectivas ambalagens são biodegradáveis.
Mais sobre esta marca: 
http://www.faithinnature.co.uk
Distribuída em Portugal por Efeito Verde: 
http://www.EfeitoVerde.com

Fiordiluna


A Fiordiluna é uma marca italiana de pensos higiénicos e tampões ecológicos. A Marca não usa perfumes nem agentes branqueadores. Utiliza ingredientes amigos do ambiente tal como algodão biológico sem OGM e pura celulose. Os produtos são biodegradáveis em mais de 90% e evitam alergias e irritação de pele.
Mais sobre esta marca: 
http://www.baulevolante.it
Distribuída em Portugal por Efeito Verde: 
http://www.EfeitoVerde.com

Glyde


Marca de preservativos aprovada com o selo da Vegan Society. Os preservativos Glyde não contêm derivados de animal nem envolvem testes em animais. São manufacturados com látex natural.
Mais sobre esta marca: 
http://glyde-condoms.com
Mais sobre contraceptivos veganos: 
http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=237
Distribuída em Portugal por Efeito Verde: 
http://www.EfeitoVerde.com

Midzu


É uma marca de máquinas de leite de soja e fermento de iogurte.
Mais sobre esta marca: 
http://www.midzu.com
Distribuída em Portugal por Efeito Verde: 
http://www.EfeitoVerde.com

Plamil


Todos os produtos desta marca são veganos e aprovados pela Vegan Society e pela Vegetarian Society. Os produtos da Plamil não contêm leite nem quaisquer vestígios de lacticínios, uma vez que no ciclo de produção não são produzidos nenhuns produtos com leite. Nenhum produto contém ovos, glúten, adoçantes artificiais ou frutos secos. Não contêm também açúcar refinado. A Plamil garante também que nenhum dos ingredientes usado é geneticamente modificado.
Mais sobre esta marca: 
http://www.plamilfoods.co.uk
Distribuída em Portugal por Efeito Verde: 
http://www.EfeitoVerde.com

Próvida


Empresa fundada em 1984 que comercializa essencialmente produtos alimentares vegetarianos, macrobióticos, integrais e biológicos.  Comercializa tofu, seitan, leguminosas, cereais integrais, sementes variadas, chás, entre muitos outros outros produtos. Os produtos biológicos são certificados pela Certiplanet.
Mais sobre esta empresa: 
http://www.provida.pt

Udusport


Fabricante de vestuário desportivo. Fornecedor do equipamento de atletismo do Centro Vegetariano.
Mais sobre esta empresa: 
http://www.udusport.pt

Urtekram


Marca dinamarquesa de produtos de cosmética 100% naturais e à base de plantas. Sem parabenos ou outros conservantes sintéticos. Sem corantes ou álcool. Produtos não testados em animais e ecologicamente correctos.
A gama de produtos inclui produtos de higiene e cosmética, nomeadamente pastas de dentes e desodorizantes.
Mais sobre esta marca: 
http://www.urtekram.dk
Distribuída em Portugal por Rita C: 
http://www.rita-c.com

Veganicity


Suplementos sem ingredientes animais, lactose, corantes, glúten nem levedura. Aprovados pela Vegan Society.

Mais sobre esta marca: http://veganicity.com
Distribuída em Portugal por Efeito Verde: 
http://www.EfeitoVerde.com

Verdes Verdades


Sal da Figueira da Foz, não refinado: sal marinho, flor de sal, sal com ervas aromáticas, sal para o banho.
Mais sobre esta marca: 
http://agricabaz.blogspot.com

Yaoh


Os produtos desta marca são veganos, produzidos à base de sementes de cânhamo. Não são testados em animais, e estão isentos de Lauril Sulfato de Sódio, de parabenos. A Yaoh é ainda uma marca amiga do ambiente, que reduz ao máximo os componentes das embalagens (sem caixas dispensáveis ou embalagens maiores do que o conteúdo) e não usa ingredientes derivados de petróleo. É uma marca aprovada pela Vegan Society.
Mais sobre esta marca: 
http://www.yaoh.co.uk
Distribuída em Portugal por Efeito Verde: 
http://www.EfeitoVerde.com
As nossas marcas

terça-feira, julho 13, 2010

Entrada “Vegetarianismo” na Infopédia:

Carta enviada pelo Centro Vegetariano à direcção da Infopédia (propriedade da Porto Editora)







A entrada supracitada - Vegetarianismo . In Infopédia , mais do que um artigo informativo, é um artigo de opinião, e que apresenta graves lacunas e erros, que vão contra o que se espera de uma Enciclopédia. Designadamente:
  1. Primeiro parágrafo. Alerta o artigo que a dieta vegetariana é de risco pelas limitações que tem em determinados nutrientes, em certas fases da vida. Afirma ainda que os adultos podem optar por este regime desde que garantam o equilíbrio de proteínas.1.1. Pode a Porto Editora esclarecer qual o risco acrescido que coloca a dieta vegetariana a idosos, grávidas ou crianças, relativamente a uma dieta não vegetariana? O Centro Vegetariano desconhece qualquer estudo que, isoladas as restantes variáveis, demonstre inequivocamente que a alimentação vegetariana é um factor de risco acrescido. Requer, como qualquer outra dieta, maiores cuidados em grupos de risco.1.2. A segunda afirmação do parágrafo induz a pensar que, afinal, o único nutriente problemático é a proteína. Pode a Porto Editora indicar algum estudo que prove que os seguidores de uma dieta vegetariana apresentam problemas de equilíbrio de proteínas/aminoácidos acima da média? Do nosso conhecimento, trata-se mais de um mito do que um facto comprovado.
  2. Segundo e terceiro parágrafos. Estes parágrafos levam a crer que o vegetarianismo terá tido origem no Hinduísmo, e que a principal motivação para adoptar um estilo de vida vegetariano será de origem mística ou cultural. Ambas as assunções estão erradas. Por um lado, a história do vegetarianismo é bastante rica e diversa (vide e.g. [1]). Por outro lado, as principais motivações para adoptar um estilo de vida vegetariano são éticas, ecológicas e de saúde (vide e.g. [2]). 
  3. Sétimo parágrafo. Parece muito pouco profissional, para dizer o mínimo, que uma enciclopédia elenque supostas desvantagens do vegetarianismo, e nenhuma vantagem. 
  4. Oitavo parágrafo. Aconselhamos vivamente a revisão por um nutricionista qualificado, ou a remoção do mesmo. Este parágrafo repete mais uma vez mitos comuns (e.g., o mito de que o cálcio só se obtém de fontes de origem animal, fazendo tábua rasa de fontes como vegetais de folha verde, sésamo, melaço, farinha de alfarroba, amêndoa, etc.) e induz o leitor, uma vez mais, em conclusões erradas (e.g., que é preciso consumir produtos de origem animal para obter vitaminas A, B12 ou D, quando todas elas podem ser obtidas naturalmente e sem esforço de fontes vegetais, seja pela ingestão ou pela simples exposição ao sol). 
  5. Nono parágrafo. Mais uma vez, o mito das proteínas, já referido em 1.1.
  6. Décimo parágrafo. A vossa afirmação é demasiado generalista, induzindo o leitor em erro. Apenas um dos ácidos do ómega 3, o ácido EPA - ácido eicosapentanóico é encontrado essencialmente no peixe (embora também exista em pequenas quantidades em algumas algas, um tipo de alimento comummente consumido por vegetarianos). Todos os outros ácidos ómega 3, 6 e 9 se encontram em fontes vegetais, como sementes, óleos vegetais ou algas, por exemplo. No entanto, mesmo no caso do ácido EPA, o nosso organismo consegue converter o ácido alfa-linoleico (ALA) em EPA.
  7. Décimo primeiro parágrafo. Boa parte dos vegetarianos afirma que o facto de o ser lhe despertou o apetite para experimentar novos alimentos, ler rótulos e saber mais sobre aquilo que come. O Centro Vegetariano não tem quaisquer números para avançar, mas parece-nos que a variedade de alimentos de elevado valor nutricional disponíveis no mercado é tão grande que o facto de não usar alimentos de origem animal não pode ser propriamente apresentado como uma desvantagem, do ponto de vista prático. Mesmo para quem vive em sítios remotos, hoje em dia podem ser encomendados cabazes de produtos, com entrega ao domicílio, a preços acessíveis às massas. Na ausência de estudos que provem que a relevância do número de alimentos disponíveis tem impacto para a qualidade da alimentação do consumidor típico, parece-nos igualmente mais honesto que este parágrafo seja removido.
  8. Décimo segundo parágrafo. São repetidas as mesmas afirmações já comentadas acima.
  9. Décimo terceiro parágrafo. É perfeitamente possível equilibrar refeições vegetarianas com alimentos acessíveis às massas, vendidos em qualquer super ou hipermercado. A combinação carne/peixe+acompanhamento é uma questão cultural. A carne/peixe não têm de ser substituídos por produtos processados de propriedades equivalentes, vulgarmente conhecidos como “substitutos da carne”. Nessa perspectiva, a alimentação vegetariana não é necessariamente mais cara, pelo menos para o consumidor informado (vide a este propósito [2]).
  10. Último parágrafo. O Centro Vegetariano desconhece quaisquer provas irrefutáveis do tipo de alimentação do Homem “desde sempre” - até porque essa questão é paralela à da evolução do ser humano, ela própria ainda objecto de intensa pesquisa e debate. A menos que a Porto Editora disponha de evidências que desconhecemos, e que teríamos todo o gosto em conhecer, parece-nos que seria mais correcto remover a afirmação sobre o tipo de alimentação do Homem “desde sempre”.

Finalmente, sugerimos, uma vez mais, que os autores desta entrada devem consultar profissionais qualificados, ou, no mínimo, conheçam as posições do Physicians Committee for Responsible Medicine [3] e da American Dietetic Association [4]. E solicitamos que, a bem da verdade, esta entrada seja rapidamente modificada.



Entrada “Vegetarianismo” na Infopédia