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sábado, maio 05, 2007

O Mestre e o Padrinho

Que belo retrato da personalidade do autarca, o que foi aqui traçado neste blog.

Faltará talvez acrescentar um cheirinho sobre a disparatada e desagradável violência verbal, utilizada, amiúde, pelo Ilustre Criminologista.
Mal-educado em actos oficiais, arrogante e caceteiro nas Sessões de Câmara, insolente e estupidamente agressivo na Assembleia Municipal, o ex-agente evidencia uma patologia esquizoide que já nem os antigos métodos dos banhos frios e choques eléctricos conseguem tratar.
Centrado sobre si mesmo, falando apenas pelo prazer de se ouvir, o “Mestre” destila, horas seguidas, um ódio sem fim, para gáudio de uma bacoca plateia de escribas avulsos.
E quando é criticada como reage a criatura?
É um tratado. Fica com calores, levanta-se, despe o casaco, bufa, tira os óculos, senta-se, põe os óculos, coça a careca, tira os óculos, levanta-se, vai ao gabinete buscar papeis, senta-se, põe os óculos, continua com calores e só sossega quando despeja uma esverdeada diarreia intelectual em cima dos desgraçados da oposição. Aí é que ele se consola. “Que alívio meninos. Estava mesmo apertadinho.” Então respira fundo, tira os óculos, põe as mãozinhas como se rezasse à Sª de Fátima e soletra com o ar mais cândido do mundo “Não há nada de pessoal no que acabei de dizer. É apenas política”.
E eu para mim: “Já ouvi isto no Padrinho.”
E não é que era o chefe dos mafiosos quem assim falava...

Quem diz a verdade...

quarta-feira, abril 04, 2007

Moita Flores assume que fumou haxixe enquanto estava de serviço na PJ

Não resistiu experimentar a droga mesmo ali à mão
em 04/04/2007

O presidente da Câmara Municipal de Santarém assumiu ter fumado, há cerca de 25 anos, o seu “primeiro e único” charro de haxixe. Francisco Moita Flores escolheu uma conferência com o tema “Os Pais e a Educação” para revelar que não resistiu a experimentar droga – numa altura em que era inspector da Polícia Judiciária...
“Estava a falar sobre crianças em risco e contei uma história sem importância”, diz ao 24horas.
O episódio aconteceu no coração da Serra de Loulé (Algarve). Moita Flores estava na PJ e, com um colega de trabalho, guarda o carregamento de 400 quilos de haxixe que tinha sido apreendido a um grupo de traficantes que acabara de ser detido e remetido à justiça.
“Foi um assalto à mão armada que houve. Nós andávamos por ali. Aquilo [o haxixe] estava espalhado no chão e eu nunca tinha experimentado. Estivemos uma noite inteira ali”, conta. Surgiu então a ideia. “E se a gente provasse?”, perguntou o então jovem inspector Moita Flores ao colega. Avançaram, mas não ficaram satisfeitos.
“Experimentei e não achei graça nenhuma”, relata o autarca. Na altura, recorda, teria 24 ou 25 anos. “Aquilo foi uma coisa mal feita, com certeza. Não soube a nada. O certo é que nunca mais fumei”, garante Moita Flores, 25 anos depois.
A plateia do Teatro Sá da Bandeira que assistia, na noite de quinta-feira da semana passada, à conferência em que Moita Flores fez a revelação, reagiu bem.
“Estou perfeitamente à-vontade para falar disso. Não senti absolutamente nenhum pudor em contar
a história. Era o que faltava”, sublinha o autarca ao 24horas, justificando:
“Há 25 anos aquilo [consumo de drogas] era um mito”. Além disso, acrescenta, “aquilo nem chegou a ser um consumo”.
O caso foi ontem noticiado pelo jornal on-line “O Mirante”. Moita Flores garante que, em Santarém, ninguém lhe apontou o dedo pela experiência que revelou: “Só a minha secretária é que falou comigo sobre isso, divertindo-me”.

Olhe Sr. Presidente da Câmara de Santarém, desculpe lá o Sr também...não tinha nada que contar este episódio.....
Moita Flores assumiu fumar haxixe enquanto estava de serviço na PJ

O Preisdente da Câmara Municipal de Santarém, assumiu ter fumado, há cerca de 25 anos, o seu "primeiro e único" charro de haxixe. Francisco Moita Flores escolheu uma conferência com o tema "Os pais e a educação" para revelar que não resistiu a experimentar droga - numa altura em que era Inspector da Policia Judiciária.

"Estava a falar sobre crianças em risco e contei uma história sem importância", diz ao 24horas.

O episódio aconteceu na Serra de Loulé (Algarve). Moita Flores estava na PJ e, com um colega de trabalho, guarda o carregamento de 400 kilos de haxixe que tinha sido apreendido a um grupo de traficantes que acabara de ser detido e remetido à Justiça.

"Foi um assalto à mão armada que houve. Nós andávamos por ali.Aquilo (o haxixe) estava espalhado no chão e eu nunca tinha experimentado.Estivemos uma noite inteira ali", conta. Surgiu então a ideia. "E se a gente provasse?" perguntou então o jovem Inspector Moita Flores ao colega. Avançaram mas não ficaram satisfeitos. "experimentei mas não achei graça nenhuma", relata o autarca.Na altura, recorda, teris 24 ou 25 anos.

"Aquilo foi uma coisa mal feita com certeza, não soube a nada. O certo é q nunca mais fumei", garante Moita Flores 25 anos depois.

A plateia do teatro Sá da bandeira que assistia, na noite de quinta feira da semana passada, à conferência em que Moita Flores fez a revelação, reagiu bem.

"Estou perfeitamente à vontade para falar disso. Não senti absolutamente nehum pudor em contar a história. Era o que faltava", sublinhou o autarca ao 24horas, justificando: "Há 25 anos aquilo (consumo de drogas) era um mito". Além disso acrescenta, "aquilo nem chegou a ser um consumo".

O caso foi ontem noticiado pelo jornal on-line "O Mirante". Moita Flores garante que em Santarém ninguém lhe apontou o dedo pela experiência que revelou."só a minha secretária é que falou comigo sobre isso, divertindo-me."